Donald Trump afirmou nesta terça-feira que provavelmente irá pessoalmente à Suprema Corte na quarta-feira para um caso sobre cidadania por nascimento. A informação foi divulgada pelo presidente dos EUA.
A Suprema Corte deve ouvir argumentos sobre a legalidade da ordem executiva que restringiria a cidadania para bebês nascidos nos EUA, caso nenhum dos pais seja cidadão ou residente permanente legal. A medida faz parte de uma tentativa de restringir a imigração.
A diretiva, emitida em janeiro de 2025, no primeiro dia de volta ao cargo, concretiza a linha de atuação do governo contra a imigração. A proposta visa alterar a interpretação de uma disposição constitucional do século XIX.
Trump também criticou, de forma indireta, as nomeações para a Suprema Corte feitas por governos anteriores, citando divergências com decisões passadas. As declarações ocorrem no contexto de acalorada disputa judicial.
Um tribunal de instância inferior bloqueou a ordem executiva, ao entender que a política violaria a 14ª Emenda e uma lei federal que codifica direitos de cidadania por nascimento. A decisão foi tomada em ação coletiva movida por pais e filhos afetados pela diretiva.
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