Donald Trump voltou a falar sobre o estreito de Ormuz, em uma publicação na Truth Social, afirmando que os Estados Unidos poderiam reabrir a passagem se tivessem mais tempo. O tom indicou mudança de postura, sugerindo que países asiáticos e europeus seriam responsáveis pela reabertura.
A declaração sucede a uma reunião por videoconferência de 35 países, realizada na quinta-feira, com o objetivo de discutir estratégias para reabrir o corredor marítimo que liga o golfo Pérsico ao resto do mundo. O objetivo é manter o fluxo de petróleo, apesar dos ataques recentes na região.
A paralisação do tráfego no canal tem aumentado a volatilidade dos preços do petróleo, diante da ameaça de novos ataques com mísseis, drones e minas. A comunidade internacional busca formas diplomáticas de reabrir a passagem mesmo com o Irã ativo na região.
Contexto internacional
Presidentes e chefs de governo, incluindo o francês Emmanuel Macron, destacaram a inviabilidade de uma reabertura pela força, citando riscos de confrontos prolongados entre marinhas. Macron apontou que abrir o estreito sob ataque não seria realista e poderia ampliar a exposição de navios franceses.
Comentários de líderes
Em declarações anteriores, Trump sugeriu que aliados na Ásia e na China deveriam liderar o esforço de reabertura. Em mensagens públicas, o presidente destacou que a região depende de ações de países como Coreia do Sul, Japão e China para preservar rotas estratégicas de abastecimento.
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