O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste sábado via Telegram que Israel atacou plantas petroquímicas no Irã, como parte de uma ofensiva que também envolveu a redução de 70% da capacidade iraniana de produzir aço, utilizado como matéria-prima para armamentos. A ação é apresentada como continuidade de uma estratégia de pressionar Teerã.
Segundo ele, o objetivo é manter a pressão sobre o regime iraniano. A declaração foi veiculada pelo canal oficial de Netanyahu, sem detalhar fontes adicionais ou dados independentes.
A mídia estatal iraniana informou que o ataque ocorreu em uma área petroquímica no sudoeste do Irã, resultando em cinco feridos. O incêndio foi controlado posteriormente, segundo a imprensa local.
Desdobramentos e reação internacional
Um porta-voz militar de Israel afirmou que a planta atingida produzia materiais usados na fabricação de explosivos e mísseis. A autoridade citou a função industrial da instalação para justificar o ataque.
Israel também indicou estar preparando novas ações contra instalações de energia iranianas, mas afirmou que aguarda aprovação dos Estados Unidos, com possibilidade de deflagração na próxima semana.
O contexto internacional incluiu o posicionamento dos EUA, após um ultimato de 48 horas ao Irã feito pelo presidente norte-americano. A comunidade internacional segue monitorando o desdobramento da tensão na região.
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