O navio de resgate Sea-Watch chegou a Lampedusa no sábado com 44 migrantes resgatados de uma plataforma petrolífera abandonada no Mediterrâneo. Eles estavam abrigados na estrutura Do Didon para escapar de uma tempestade, segundo a organização sem fins lucrativos.
A presença dos migrantes na plataforma, localizada entre Tunísia e Líbia, foi comunicada originalmente pela Alarm Phone, grupo de voluntários que atende chamadas de emergência. Inicialmente, houve a verificação de 47 pessoas a bordo.
Na Itália, autoridades destacaram outro incidente: 19 pessoas morreram e 58 foram resgatadas de uma embarcação inflável a cerca de 80 milhas náuticas da ilha de Lampedusa, na noite de terça-feira. A causa das mortes não foi finalizada, mas a hipótese inicial aponta para hipotermia.
Resgate no mar e cenário europeu
Lampedusa permanece como principal ponto de entrada europeu para migrantes vindos do Norte da África, com milhares de vidas perdidas na travessia. A maior parte das fatalidades ocorre em concentrações de pequenas embarcações partidas de Tunisia e Libia.
Contexto e referência institucional
As operações de resgate em alto mar continuam a depender de organizações civis como a Sea-Watch, bem como de autoridades marítimas, que coordenam salvamentos e repatriações conforme as normas regionais. O tema permanece sob monitoramento humanitário e político.
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