Os EUA ameaçam novos bombardeios caso o Irã não aceite um acordo de paz. A pressão vem do secretário de Defesa, que pediu avanços nas negociações, segundo relato de coletiva no Pentágono. A postura ocorreu em meio a medidas de coercitividade.
No ato, autoridades destacaram que o bloqueio naval aos portos iranianos será mantido pelo tempo necessário. Se o Irã escolher pela resistência, ataques direcionados a sistemas de energia e usinas estariam sobre a mesa, conforme a narrativa oficial.
O Tesouro dos EUA intensificou as sanções, com bloqueio de bens de 26 pessoas e empresas ligadas ao transporte de petróleo iraniano. A inteligência afirma que o Irã busca reativar bases de mísseis atingidas e recuperar equipamentos, monitorados por satélite.
Sanções e pressões
Sem acordo, o estreito de Ormuz permanece fechado há mais de seis semanas, provocando paralisação de centenas de navios. O Irã sinaliza abrir parcialmente a passagem apenas se cessarem ataques e se retirarem sanções a fundos de investimento.
Estreito de Ormuz e desdobramentos
A situação envolve tensão entre Washington e Teerã, com foco em manter rotas estratégicas de abastecimento e contenção de programa militar. As próximas semanas devem apresentar novas mensagens diplomáticas e movimentos no mar.
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