O cessar-fogo entre Israel e Líbano entra em vigor à meia-noite local desta sexta-feira, com duração prevista de 10 dias. A announcements foi feita pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que afirmou que os líderes de Israel e do Líbano concordaram com a trégua e serão convidados a visitar a Casa Branca nos próximos dias. O acordo exige que o governo libanês adote medidas para impedir ataques do Hezbollah contra alvos israelenses.
O Hezbollah, aliado do Irã, disse que aderirá à pausa com cautela, desde que haja cessação total das hostilidades e que Israel não a trate como oportunidade de ataques. Em Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu saudou o cessar-fogo como uma abertura para uma paz estável e afirmou que as Forças de Defesa manterão uma faixa de 10 km no sul do Líbano.
No momento do início da trégua, a aviação israelense bombardou uma ponte estratégica no sul do Líbano, isolando parte do território. O Hezbollah então reagiu com foguetes contra o norte de Israel, ferindo civis em Karmiel e Nahariya. O fim imediato das hostilidades depende do cumprimento das condições acordadas e da vigilância internacional.
Reação regional e avaliação de especialistas
Analistas destacam que a trégua é frágil, dependendo de múltiplos componentes entre Líbano, Israel e potências externas. A expectativa libanesa inclui retirada israelense do território, retorno de deslocados e garantias de não repetição de ataques. Já Israel busca o desarmamento do Hezbollah e garantias de paz duradoura antes de novas concessões.
Apoio internacional ao acordo foi expresso pelo Irã, que celebrou o início da trégua e mencionou entendimentos entre Irã e Estados Unidos mediados pelo Paquistão. Especialistas ressaltam a importância de monitoramento rigoroso para evitar violações e facilitar uma paz estável na região.
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