Forças Armadas dos EUA estão se preparando para abordar petroleiros ligados ao Irã em águas internacionais e apreender navios comerciais nos próximos dias, segundo o Wall Street Journal citando autoridades norte-americanas.
O estreito de Ormuz volta a ser tema de tensão: Teerã afirma reforçar o controle da passagem, pela qual circula cerca de 20% do petróleo mundial, e aponta pressão externa recente. Trump diz que Teerã não pode chantagear o país.
O Irã afirma responder ao que vê como bloqueio dos portos iranianos, considerado uma violação de cessar-fogo. O líder supremo, Khamenei, disse que a marinha está pronta para infligir novas derrotas aos inimigos.
Contexto regional
Fontes marítimas relatam ataques a, pelo menos, duas embarcações que tentavam transitar pela passagem. A Índia informou ter convocado o embaixador iraniano em Nova Délhi para expressar preocupação com os ataques a dois navios de bandeira indiana.
A mídia estatal iraniana citou o Conselho Supremo de Segurança Nacional, indicando que o controle sobre o estreito inclui cobrança de custos de serviços de segurança, proteção e ambiental. Também afirmou que EUA apresentaram propostas após mediação do Paquistão; Teerã avalia-as.
Não houve sinal claro de conversas diretas entre EUA e Irã no fim de semana, apesar de Trump ter citado negociações ocorridas.
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