O encontro do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Washington, foi dominado pela nova onda de incerteza gerada pela guerra no Irã. Economias já enfrentam choque energético, com pressões sobre famílias e empresas e risco de frear a recuperação global.
Líderes financeiros destacaram que a crise energética é a mais intensa desde os anos 70 e que o impacto pode se refletir em uma recessão global. Kristalina Georgieva afirmou que o fim do conflito beneficiaria todas as economias.
Rachel Reeves, chanceler britânica, esteve no encontro acompanhado de autoridades de Espanha, Austrália e Nova Zelândia. Ela ressaltou que o aumento de preços de energia está atingindo famílias e empresas no Reino Unido, pressionando custos de vida.
Entre os participantes, a reunião contou com o setor público e privado, incluindo secretários de tesouro e dirigentes de bancos centrais. O clima foi descrito como sombrio, com avaliações de impactos não apenas regionais, mas globais.
Antes de participar de encontros bilaterais, Reeves fez um treino matinal pela National Mall com seus pares. Em Washington, sua posição foi clara: é preciso reconhecer os efeitos da guerra e buscar respostas que protejam famílias e empresas no curto prazo.
Analistas e ex-funcionários do FMI sinalizaram que a pauta econômica enfrenta sombras de instabilidade, mas apontaram que o diálogo entre países continua essencial. A atenção recai sobre estratégias para mitigar choques sem depender de uma única potência.
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