Elon Musk não compareceu nesta segunda-feira (20) a uma intimação em Paris para interrogatório sobre a rede social X e o chatbot Grok. A ação faz parte de uma investigação francesa que envolve suposto abuso de algoritmos, extração de dados e possível distribuição de pornografia infantil.
A promotoria de Paris afirma que a ausência não impede o andamento do caso. A intimação foi marcada em fevereiro, após a invasão de escritórios do X na capital francesa. Musk ainda não respondeu formalmente à chamada.
Investigações em curso
O foco da apuração inclui distorção de conteúdo por algoritmos, uso indevido de dados de usuários e a criação de deepfakes sexuais pelo Grok. A apuração ganhou contornos de cooperação com autoridades internacionais.
Repercussões eWitnesses
Além de Musk, a promotoria intimou a ex-presidente do X, Linda Yaccarino, e outros executivos para depoimentos. A investigação também envolve o fundador do Telegram, Pavel Durov, que foi alvo de ações no passado.
Contexto internacional
A tensão entre EUA e Europa cresce com o tema, envolvendo debates sobre moderação, privacidade e liberdades digitais. O Departamento de Justiça dos EUA, conforme reportado, nega cooperação com a investigação, conforme carta mencionada pelo Wall Street Journal.
Observações oficiais
A promotoria de Paris informou não ter conhecimento da referida carta do DoJ. A Constituição francesa é citada para defender a independência do Judiciário diante de pressões externas.
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