Two funcionários da embaixada dos EUA morreram após um tiroteio/r raid em um laboratório de drogas perto da fronteira com Chihuahua, no México, segundo relatos. O acidente ocorreu de madrugada, quando o veículo dos americanos retornava da ação, que envolveu autoridades locais. A versão inicial aponta que o carro saiu da estrada e caiu em um ravine de 200 metros.
As autoridades mexicanas dizem estar apurando a possível violação da constituição mexicana e o papel de agentes norte-americanos no episódio. O governo mexicano afirma que não houve operação conjunta formal e que apenas agentes mexicanos participaram do raid. O presidente Claudia Sheinbaum afirmou que o governo ainda não tinha conhecimento da operação.
Sheinbaum confirmou que o Ministério Público investigará para determinar se houve violação constitucional e se houve cooperação com autoridades estrangeiras. O governo mexicano enfatiza que não houve participação direta de instrutores dos EUA no ataque, apenas chegada posterior ao local para fins de treinamento, segundo as autoridades de Chihuahua.
Investigação e versões em disputa
O Ministério Público de Chihuahua disse que americanos morreram ao retornar de uma operação para desmantelar laboratórios clandestinos, segmento que gerou controvérsia sobre o envolvimento norte-americano. Já autoridades mexicanas afirmam que houve cooperação entre México e EUA, mas não uma operação conjunta no terreno.
O embaixador dos EUA reconheceu a morte dos funcionários, sem confirmar a identidade ou agência de pertencimento, enquanto a imprensa local relata que os falecidos tinham ligação com a CIA. O caso ocorre em momento de tensão diplomática entre os dois países, com debates sobre soberania e controle de drogas vindos dos EUA.
O governo norte-americano reforça que mantém cooperação com autoridades mexicanas no combate ao tráfico de drogas e que não há indicação de ações unilaterais. A situação envolve implicações legais e políticas, incluindo o entendimento entre Estados sobre operações de segurança.
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