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Militares dos EUA não serão obrigados a tomar vacina contra gripe, diz Secretário de Defesa

Militares dos EUA não são mais obrigados a tomar vacina contra gripe; adesão passa a ser voluntária, sem imposição do governo

A decisão é parte de uma tendência do governo para reduzir recomendações federais de vacinas
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O Pentágono anunciou que militares dos EUA não serão mais obrigados a tomar a vacina contra a gripe. A decisão foi comunicada nesta terça-feira (21) pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth. A mudança elimina a obrigatoriedade de imunização contra gripe.

Segundo o secretário, a nova política busca evitar obrigatoriedades que possam comprometer a atuação das tropas. Ele afirmou que a noção de vacinação universal, sob todas as circunstâncias, é excessiva e pouco racional para o cenário atual.

A decisão ocorre em um contexto de relaxamento das recomendações federais de vacinas nos Estados Unidos. O governo trabalha para reduzir mandatos de vacinação em várias áreas, inclusive para crianças, sob a gestão de Donald Trump.

Há cerca de 1,3 milhão de militares em serviço ativo, com mais de 750 mil na Guarda Nacional e na Reserva. A ocupação total do efetivo influencia o peso de qualquer nova diretriz de saúde ocupacional.

Mudança na Política de Vacinação

A nova orientação permite que a vacinação contra gripe seja voluntária para membros das Forças Armadas. Indivíduos que desejarem se vacinar continuam livres para fazê-lo, sem imposição governamental.

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