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Apuração prolongada reflete volatilidade institucional no Peru

Apuração demorada evidencia pulverização política e polarização no Peru, mantendo Keiko Fujimori na dianteira com pouco mais de 17% dos votos

Apuração no país andino polarizado ainda pode se estender por semanas — Foto: Martin Mejia/AP
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O Peru realizou a eleição presidencial no dia 12, e a apuração do primeiro turno segue em andamento. O resultado parcial aponta para uma votação ainda dividida entre candidatos.

Com 35 postulantes, o quadro é altamente pulverizado. Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, aparece na liderança com pouco mais de 17% dos votos.

A demora na apuração reflete a fragmentação política, a polarização e a complexidade institucional que marcam o país nas últimas décadas, segundo analistas ouvidos pela imprensa.

A apuração lenta também se deve ao tamanho do índice de votos válidos e à distribuição de apoio entre diferentes blocos políticos, o que dificulta a consolidação de um favorito imediato.

Keiko Fujimori ocupa a dianteira entre os candidatos, mas ainda não há definição sobre quem avançará ao segundo turno, prevista para ser anunciado pelas autoridades eleitorais após a conclusão da contagem.

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