O que aconteceu: a Receita Federal aponta aumento de apreensões de haxixe no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, envolvendo passageiros vindos dos Estados Unidos. A informação foi apresentada com dados do ano passado e divulgada durante o evento Illicit Trade, focado em cooperação, combate a ilícitos e proteção de fronteiras.
Quem está envolvido: o anúncio foi feito pelo Superintendente da Receita Federal do Rio de Janeiro, Claudiney Cubinho dos Santos, e destaca a participação de autoridades aduaneiras. O deputado Julio Lopes, presidente da Comissão Externa do Brasil Legal, reagiu aos números durante o evento. Também há envolvimento da delegacia adjunta da Receita no Galeão, representada pela agente Patrícia Miranda.
Quando e onde: os dados referem-se ao ano anterior e dizem respeito ao Galeão, no Rio de Janeiro. O evento ocorreu no contexto da agenda do Illicit Trade, com foco em ampliar estratégias de cooperação entre órgãos federais e fronteiras.
Por quê: o objetivo é combater o tráfico de drogas e o contrabando, fortalecendo o uso de tecnologia e aprimoramento institucional. A relação entre remessas expressas e transporte de passageiros com apreensões de haxixe foi destacada pela Receita como parte da tendência observada.
Dados sobre o aumento de apreensões
Segundo a autoridade brasileira, as apreensões de haxixe aumentaram tanto em remessas expressas quanto em cargas transportadas por passageiros. A análise buscada é que o monitoramento e a cooperação internacional contribuam para a dissuasão e o incremento de controles no aeroporto.
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