O Papa Leão XIV criticou o regime iraniano pela repressão letal aos protestos e reafirmou que não apoia a guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. O pontífice destacou que a vida humana deve ser protegida e condenou todas as ações injustas que ceifem vidas.
O líder religioso afirmou, em voz clara, que não pode endossar confrontos armados. Em resposta aos jornalistas que o acompanhavam durante viagem de Malabo, na Guiné Equatorial, ele enfatizou a busca por uma cultura de paz em vez de ódio ou divisão.
O Papa citou o impacto humano do conflito, descrevendo a situação como caótica para a economia global e apontando sofrimento entre civis no Irã. Ele também mencionou um menino libanês muçulmano morto na guerra, que havia lhe oferecido as boas-vindas no ano passado, destacando o custo humano da violência.
Aos jornalistas, Leão XIV disse que condena a repressão letal, a violência contra manifestantes e a pena de morte. Ao responder sobre o Irã, afirmou que decisões que tiram vidas de forma injusta devem ser condenadas, reforçando a defesa da vida humana.
Contexto e impulso
A fala acontece uma semana após críticas de outros atores internacionais e em meio a tensões regionais envolvendo os EUA, Israel e o Irã. O Papa reiterou desejo de buscar caminhos que promovam a paz, sem favorecer qualquer lado no conflito.
Entre na conversa da comunidade