Conrad Murray, médico condenado pela morte de Michael Jackson, retomou atividades na área da saúde após cumprir cerca de dois anos de prisão. O caso envolvendo a estrela do pop ganhou notoriedade mundial desde 2009, quando o anestesista foi acusado de homicídio culposo.
Após a libertação, Murray tentou retornar à medicina, mesmo com licenças suspensas ou revogadas em estados americanos. Em 2023, ele abriu o Instituto Médico DCM em El Socorro, San Juan, Trinidad e Tobago, país de origem dele.
Novo instituto no Caribe
Segundo o Trinidad and Tobago Guardian, o médico afirma ter criado o espaço após perceber rejeição de colegas. Murray diz ter buscado colaborar, educar e estender o cuidado a mais pessoas, apesar das dificuldades enfrentadas com o fechamento de fronteiras no país.
O instituto fica localizado em El Socorro, e a inauguração ocorreu em maio de 2023. Murray permanece com licenças médicas nos EUA suspensas, e atuava anteriormente de forma privada em um lar de idosos em Chaguanas, antes de direcionar a prática para o instituto.
Histórico e contexto
Murray foi contratado como médico pessoal de Michael Jackson para a turnê This Is It, em 2009, recebendo salários significativos. A morte do cantor, em junho de 2009, foi classificada como homicídio, com Murray condenado por homicídio culposo em 2011. Ele alegou inocência, defendendo que Jackson poderia ter se autoadministrado a substância.
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