O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou reduzir o número de tropas norte-americanas na Alemanha após o chanceler alemão Friedrich Merz dizer que os EUA estavam sendo humilhados pelo Irã. A declaração veio na véspera de decisões sobre remanejamento de tropas. Trump afirmou estar estudando e revisando a possível redução, com definição a ocorrer em curto prazo.
Horas antes, Trump criticou Merz em publicação pública, questionando sua posição sobre o Irã e sugerindo que o país estaria colocando o mundo em risco com a posse de armas nucleares. Trump afirmou que outros líderes deveriam agir sobre o Irã de forma mais decisiva.
As declarações ocorrem após uma ligação telefônica entre Trump e o presidente russo, Vladimir Putin. Também houve foco nas críticas de Merz à decisão dos EUA de iniciar o conflito com o Irã, e no que isso pode ter impactado a economia alemã.
Merz já havia ressaltado, em encontros com estudantes, que a Alemanha recebia impactos econômicos do conflito e que a guerra poderia comprometer a força econômica do país. Ele manteve, porém, uma avaliação de que a relação com Trump permanece complexa.
Nesta quinta-feira, 30 de abril de 2026, acompanho os desdobramentos do episódio na Europa. A repercussão envolve a relação dos EUA com a Alemanha, a condução da política externa de Washington e a percepção de custos econômicos do conflito.
Espera-se uma resposta oficial da Alemanha sobre as recentes declarações de Trump. Analistas avaliam que a possível redução de tropas pode influenciar o equilíbrio de forças na região e as relações transatlânticas.
O caso está em acompanhamento, com a imprensa observando possíveis desdobramentos diplomáticos e o impacto nas negociações entre EUA, Irã e aliados europeus. A dinâmica entre Trump e Merz continua sob escrutínio internacional.
Entre na conversa da comunidade