Os rebeldes atacaram a cidade de Kidal, no norte do Mali, ao amanhecer, com motos e picapes. Em poucas horas, forçaram dezenas de paramilitares russos a se render ou morrer, segundo relatos locais. A ofensiva aponta falha das forças de segurança apoiadas por Moscou.
Naquele contexto, a presença russa em Kidal era ligada a operações de forças que substituíram o antigo contingente de mercenários ligados ao Wagner Group. A derrota na cidade levanta dúvidas sobre o rumo da presença russa na região.
Assimi Goïta, líder militar do Mali, foi visto em Bamako no dia 28 de abril, visitando um hospital. A foto foi divulgada pela Presidência de Mali. A ação ocorre em meio a tensões sobre a autoridade do governo central.
Fontes locais descrevem a retirada rápida das forças russas de Kidal como sinal de fragilidade logística e de comando. O episódio sugere restrições para futuras operações de Moscou na região africana, diante de resistência local e insegurança.
Analistas apontam que o ocorrido pode redefinir o envolvimento externo no Mali. A sequência dos fatos ainda precisa de confirmação oficial, mas ressalta a dificuldade de manter controle em cidades estratégicas do Saara.
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