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Trump anuncia novas sanções contra Cuba durante crise profunda.

Nova ofensiva de Trump impõe sanções a bancos estrangeiros que trabalham com Havana, ampliando pressão econômica e política sobre Cuba

Lixo acumulado nas ruas de Havana: a coleta em Cuba foi interrompida por falta de combustível. - (Ramon Espinosa/AP/Imageplus)
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou novas sanções contra Cuba nesta sexta-feira, 1º. A medida busca pressionar o governo cubano, considerado pela administração americana como uma ameaça à segurança nacional. A ordem visa restringir a atuação de bancos estrangeiros que mantenham relações com Havana e endurecer regras migratórias.

Além disso, a ação sanciona pessoas ligadas aos setores de energia e mineração cubanos, bem como integrantes do aparato de segurança do país ou cúmplices de corrupção e de graves violações de direitos humanos. A norma autoriza ainda sanções secundárias para Estados que operem com os indivíduos visados.

Segundo a Reuters, ainda não está claro quais entidades ou pessoas serão atingidas, mas a ordem deixa itens de aplicação para países que negociem com os cubanos alvo. O governo americano vê Cuba como ambiente que facilita operações hostis de inteligência, militares e terroristas a menos de 160 quilômetros de território estadounidense.

Contexto recente

A medida é parte de uma escalada de pressão sobre Havana, que Trump tem descrito como à beira do colapso. O presidente sinalizou, em告лушas de imprensa, que Cuba pode se tornar o próximo alvo de ações mais amplas, sem detalhar consequências específicas.

Historicamente, Washington pressiona pela abertura econômica cubana, pagamento de indenizações por propriedades expropriadas e eleições livres. Cuba sustenta que seu modelo socialista não está disposto a negociações sobre essas questões.

Desde o começo do ano, as sanções se intensificaram. O governo norte-americano suspendeu o fornecimento de petróleo venezuelano ao país e ameaçou tarifas a outros fornecedores de petróleo bruto, levando México e outros players a reduzir embarques para Cuba.

Essa pressão contribuiu para queda de disponibilidade de combustível e três apagões nacionais em Cuba, além da suspensão de voos de companhias aéreas estrangeiras para a ilha, segundo reportagens sobre o tema.

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