O transporte aéreo de animais de estimação mantém crescimento sustentável no Brasil e no mundo. Em 2025, foram registradas mais de 250 mil operações envolvendo cães e gatos, com índice de sucesso superior a 99,9%. Dados indicam avanço em segurança e protocolos.
A demanda acompanha a expansão do mercado pet e a maior adesão de tutores a serviços especializados. Em 2023, cerca de 80 mil pets viajaram de avião no Brasil, com expectativa de superar 100 mil em 2024 e manter crescimento em 2025.
Uma única operação aérea brasileira transportou mais de 70 mil animais em cabine em 2025, destacando a preferência por viagens com pets próximos aos tutores. O setor também se beneficia da flexibilização de regras e de investimentos em bem-estar animal.
Fatos
Cada país possui regras próprias para entrada de animais. Exigências podem incluir quarentena, microchip, vacinação, além de prazos entre vacinação e embarque. Documentação pode variar entre ida e volta.
O acompanhamento veterinário é indispensável. Médicos veterinários orientam sobre aptidão do pet para viajar e sobre a documentação necessária, reduzindo riscos à saúde e o risco de impedimento no embarque.
A documentação é tão importante quanto o bilhete. Falhas podem impedir o embarque internacional; planejamento prévio alinhado às exigências do país de destino evita surpresas.
Fake
Basta a carteira de vacinação atualizada. Em viagens internacionais, costumam exigir certificados internacionais, comprovação de vacina antirrábica válida e, em muitos casos, exames específicos.
Documentos podem ser emitidos poucos dias antes da viagem. Certificados sanitários costumam ter validade curta; exames e vacinas podem exigir semanas ou meses de antecedência.
Regras são iguais para todos os países. Não existe padronização global: destinos diferentes impõem restrições diversas, incluindo limites na cabine e proibições por espécie ou raça.
Com o aumento das viagens internacionais com pets, a documentação deixou de ser detalhe operacional. O maior risco hoje é a falta de planejamento e o desconhecimento das exigências específicas de cada país, afirma Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo.
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