Lula e Donald Trump devem se reunir nesta quinta-feira em Washington para tratar de minerais críticos, com foco especial em terras raras. O encontro, que envolve temas de economia e geopolítica, prevê discutir a participação brasileira nesse mercado estratégico.
Segundo o economista Miguel Daoud, a presença da segunda maior reserva de terras raras do mundo no Brasil torna o tema central nas negociações. Daoud ressalta que o processamento dos minerais Ainda é uma deficiência norte-americana frente à China.
O economista afirma que o Brasil pode oferecer investimento como moeda de troca. A visita ocorre em meio ao interesse americano em reduzir dependência de fornecedores estrangeiros e à busca por maior competitividade diante da China.
Papel das terras raras
Daoud afirma que o tema pode abrir portas para uma eventual redução de tarifas e estimular parcerias. A atuação brasileira seria vista como ferramenta para equilibrar cadeias produtivas e sustentar estratégias de sustentabilidade.
A discussão sobre minerais críticos ganha espaço no cenário político brasileiro, com impactos potenciais para acordos comerciais e para a capacidade de o Brasil atrair investimentos. A agenda aponta para um diálogo centrado nessas reservas.
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