Dmitry Kuzmin, magnata russo de 41 anos, morreu ao ouvir a sentença em processo envolvendo agressão contra Anzhelika Tartanova, modelo de 33 anos. A condenação ocorreu após ele ter espancado a namorada, causando traumatismo craniano e danos cognitivos graves à vítima.
A vítima apresentou graves lesões que a deixaram sem fala por meses. Kuzmin foi considerado culpado de violência e condenado a oito anos de prisão na Rússia, com possibilidade de cumprir a pena em regime carcerário ou enfrentar o serviço militar no conflito com a Ucrânia.
O ataque ocorreu no apartamento de Anzhelika, em Moscou, no dia 23 de novembro do ano passado. A modelo relatou que não reconheceu o agressor, pois, além das lesões, houve perda de memória associada ao episódio.
Contexto do crime
Anzhelika e Kuzmin começaram a namorar após o divórcio da modelo, que se mudou para a capital russa. Relatos indicam que Kuzmin era controlador. Dois dias antes do sumiço da modelo, eles teriam tido uma briga intensa, que culminou nos ferimentos.
No momento do ataque, Anzhelika estava no próprio apartamento. Ela recebeu auxílio médico e, com o tempo, recuperou parte da mobilidade, embora ainda tenha dificuldade de falar devido aos danos causados.
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