O governo dos Estados Unidos concluiu a retirada de 13,5 kg de urânio altamente enriquecido de um reator de pesquisa na Venezuela, anunciado nesta sexta-feira (8 mai 2026). O reator fica a cerca de 15 km de Caracas. O material foi transportado por terra e por via marítima até um complexo do Departamento de Energia na Carolina do Sul.
Segundo o Departamento de Energia, a operação integra o programa de descomissionamento e não proliferação nuclear. O destino final foi um estabelecimento do DOE nos Estados Unidos, após cooperação com o Reino Unido e a Venezuela.
O DOE classificou a ação como “uma vitória para a América, Venezuela e o mundo”. Alega que o sucesso se deve à liderança do presidente dos EUA, Donald Trump. O anúncio também citou Brandon Williams, chefe da Administração Nacional de Segurança Nuclear, que afirmou que as equipes concluíram em meses o que normalmente levaria anos.
Operação e destino do material
A retirada ocorreu em um contexto de alterações nas relações entre Estados Unidos e Venezuela. A operação mostrou coordenação entre os três países e envolveu etapas de transporte e confinamento do material nuclear.
A iniciativa faz parte do programa de descomissionamento e não proliferação nuclear do Departamento de Energia, conforme informado pelo governo norte-americano. Não foram divulgados detalhes adicionais sobre procedimentos de segurança durante o transporte.
Contexto geopolítico
O texto oficial descreve a operação em meio a mudanças na política externa entre EUA e Venezuela, associando-a a ações anteriores relacionadas à gestão do regime venezuelano. A nota pública enfatiza o objetivo de reduzir riscos de proliferação nuclear na região.
Entre na conversa da comunidade