Michaela Rylaarsdam, 32 anos, reconheceu culpa em um tribunal de San Diego, na Califórnia, por envolvimento na morte de um cliente durante a prática de um fetiche considerado perigoso. A informação foi apurada durante o processo local, sem data especificada no material.
A vítima foi Michael Dale, de 55 anos, que morreu em decorrência de asfixia. Segundo a acusação, ele pagou cerca de US$ 11 mil pela noite.
Durante o encontro, o cliente pediu que fosse coberto com fita adesiva na boca, envolvido por um saco plástico na cabeça e amarrado pelas mãos. O plástico permaneceu na cabeça por aproximadamente oito minutos, conforme relatado.
Ao perceber a gravidade da situação, Michaela acionou o serviço de emergência. Os médicos constataram a morte cerebral, segundo relatos do caso.
Contexto do fetiche
Chamado de asfixia erótica, o fetiche envolve restrição de oxigênio com o objetivo de aumentar o prazer sexual. A prática é reconhecida como de alto risco, incluindo possibilidade de morte acidental.
O advogado da acusada afirmou que não houve intenção de matar e que não houve tentativa de ocultação do ocorrido. Segundo ele, o consentimento não funciona como defesa legal, mas pode ser considerado atenuante em casos específicos.
Desdobramentos legais
A defesa ressalta que houve elemento consensual entre as partes, com o cliente buscando ativamente a atividade. O caso está sob investigação e deve seguir para etapas processuais adicionais, com foco na responsabilização conforme a legislação aplicável.
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