Oito casos suspeitos de hantavírus foram confirmados a bordo do cruzeiro de luxo MV Hondius, segundo autoridades de saúde. O total inclui seis casos positivos e três óbitos, enquanto outras três pessoas seguem como suspeitas. O navio permanece sob monitoramento.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que o vírus apresenta comportamento diferente de outros agentes respiratórios. Por isso, a agência afirma que não há potencial pandêmico e não é necessário adotar medidas extremas de viagem.
Entre as mortes confirmadas, está um cidadão alemão e um casal holandês. A OMS ressalta que o risco para a população é baixo e que não há necessidade de pânico ou restrições generalizadas de deslocamento.
A OMS trabalha com urgência para evitar a propagação da doença, mas enfatiza que a transmissão entre humanos é extremamente rara. O órgão destaca que existem muitos estudos sobre hantavírus, o que difere do surgimento da Covid-19.
O hantavírus é zoonótico, transmitido principalmente por roedores. A transmissão ocorre por mordidas ou contato com urina, fezes ou saliva de roedores, especialmente em ambientes fechados ou mal ventilados. Sintomas podem levar de uma a oito semanas para aparecer.
Emsen, a doença pode evoluir para quadros graves, como síndrome cardiopulmonar ou hemorrágica, com tosse, falta de ar e insuficiência renal em estágios avançados. A maioria dos casos humanos está associada à exposição a roedores infectados. adultos e trabalhadores rurais aparecem entre os grupos de maior risco.
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