O “homem das tarifas” volta a enfrentar dificuldades para restabelecer seu poder de ação comercial. Donald Trump ameaçou impor tarifas aos aliados dos Estados Unidos na OTAN, em uma disputa envolvendo a Groenlândia, em janeiro. A medida visava forçar um alinhamento estratégico e econômico, segundo o anunciado na época.
O Reino Unido ficou preocupado com o movimento, e a União Europeia realizou reuniões de emergência para discutir respostas diplomáticas. Na Dinamarca, milhares de pessoas foram às ruas em protesto às possíveis tarifas, segundo relatos locais.
O jornal FT aponta que Trump perdeu esse suposto superpoder comercial após uma decisão desfavorável da Suprema Corte, complicando eventuais retomadas de autoridade. O Congresso permanece inquieto e os eleitores, descontentes com o cenário econômico e político.
Impactos internacionais
Nos bastidores, o anúncio de tarifas recíprocas foi feito pelo ex-presidente ao lado do atual secretário de Comércio, Howard Lutnick. A mídia registra reações distintas entre países aliados, com impactos estimados em cadeias de suprimento e relações diplomáticas. As autoridades norte-americanas sinalizam que o tema segue em avaliação, sem confirmação de medidas adicionais.
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