Antes de viajar para a China, funcionários da Casa Branca foram alertados sobre os sérios riscos de segurança cibernética durante a visita, conforme informações à CNN. A delegação inclui agentes do Serviço Secreto dos EUA e outros assessores.
Os membros receberam celulares descartáveis e dispositivos com novos números, com instruções para evitar vazamentos de dados. O objetivo é reduzir vulnerabilidades durante a estadia no país.
A maioria deixou dispositivos pessoais em casa ou os desligou, guardando-os em bolsas protegidas nos aviões do governo. A prática visa limitar possíveis interceptações ou comprometimentos do hardware.
Vários integrantes relatam ter criado perfis em apps de criptografia, sem dados pessoais, para se comunicarem em solo chinês. Um participante disse ter sido orientado a presumir que qualquer comunicação pode ser comprometida.
Segurança cibernética e dispositivos fornecidos
A adoção de dispositivos “limpos” para viagens à China já é adotada por grandes empresas americanas, segundo relatos do setor. O presidente Donald Trump visita a China com uma delegação de líderes empresariais nesta semana.
A mudança de ferramentas de comunicação pode dificultar a logística e o planejamento imediato da delegação durante a visita. A CNN indica que as precauções refletem preocupações amplas com espionagem e vazamento de informações durante viagens oficiais.
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