O diretor da CIA, John Ratcliffe, viajou a Cuba em 14 de maio para entregar uma mensagem do presidente Donald Trump aos líderes cubanos. A ideia é sinalizar que os EUA estão dispostos a dialogar sobre questões econômicas e de segurança, desde que o governo cubano aceite mudanças profundas.
Ratcliffe manteve encontro com Raulito Rodríguez Castro, ministro do Interior Lazaro Álvarez Casas e o chefe do serviço de inteligência cubano. A reunião ocorreu em território cubano e teve como objetivo apresentar condições para o engajamento entre os dois países.
Segundo autoridades da CIA que conversaram sob condição de anonimato, Ratcliffe transmitiu a mensagem de Washington de que mudanças estruturais no regime cubano seriam necessárias para avanços diplomáticos e cooperação em áreas marcadas pelos EUA.
Acompanhando o contexto, grupos humanitários cubanos divulgaram vídeos de um preso político sendo liberado, sob pressão dos EUA e de negociações diplomáticas de alto nível. O episódio contribui para o cenário de tensões e negociações.
Desdobramentos
As negociações entre EUA e Cuba continuam em curso, com foco em segurança, economia e direitos humanos. Não houve anúncio público de resultados imediatos, e as informações sobre o conteúdo exato das promessas cubanas permanecem confidenciais.
Este é um “desenvolvimento em andamento” e poderá receber atualizações quando novas informações forem tornadas públicas. Fontes indicam que autoridades americanas e cubanas permanecem engajadas em conversas de alto nível.
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