As delegações dos Estados Unidos e da China vão discutir barreiras de proteção da inteligência artificial na cúpula realizada em Pequim. O objetivo é estabelecer um protocolo de práticas para impedir que agentes não estatais obtenham os modelos mais avançados.
Um funcionário dos EUA, identificado como Bessent, afirmou em entrevista pré-gravada à CNBC a importância da liderança dos EUA no campo da IA. Segundo ele, Pequim demonstra interesse em debater as salvaguardas propostas.
A reunião ocorre durante a cúpula entre as duas maiores potências, com foco em segurança de sistemas de IA. As discussões devem abordar limites de acesso e padrões de uso de tecnologias emergentes.
Bessent destacou que o objetivo não é sufocar a inovação, mas equilibrar desempenho com o mais alto nível de segurança. O documento resultante deverá orientar práticas entre governos.
Em termos práticos, as propostas visam impedir que modelos de IA potentes caiem em mãos erradas. As partes devem avaliar mecanismos de proteção, governança e verificação de acesso a tecnologias sensíveis.
A expectativa é que as delegações acordem diretrizes que orientem futuras negociações internacionais sobre proteção de IA. O andamento depende de alinhamento entre Washington e Pequim.
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