O governo das Maldivas iniciou nesta sexta-feira (15/5) uma operação de resgate para localizar os corpos de cinco turistas italianos que somem durante um mergulho em uma caverna subaquática no Atol de Vaavu. A operação envolve embarcações, equipes de mergulho especializadas e aeronaves, com possível apoio internacional.
Segundo autoridades locais e o governo da Itália, o grupo explorava cavernas submarinas a cerca de 50 metros de profundidade, em área de difícil acesso e alto risco. A missão é classificada como de alto risco devido à complexidade da geografia subaquática.
Um corpo foi encontrado na quinta-feira (14/5). Os quatro demais mergulhadores continuam desaparecidos e podem estar presos na parte interna da caverna, conforme avaliação inicial das equipes.
Condições e andamento das buscas
Na manhã de sexta, mergulhadores realizaram a primeira avaliação das vias de acesso. O mau tempo e o mar agitado podem atrasar o avanço das buscas, indicaram as autoridades.
O governo das Maldivas avalia pedir apoio internacional para reforçar a operação. O embaixador italiano nas Maldivas acompanha os trabalhos, e um especialista enviado pela Itália auxilia a Guarda Costeira local na missão.
Contexto e identificação das vítimas
O mergulho ocorreu próximo à ilha de Alimathaa, um polo procurado por mergulhadores e turistas. O Ministério das Relações Exteriores da Itália confirmou a morte dos cinco cidadãos.
Entre as vítimas estão Monica Montefalcone, professora associada de Ecologia da Universidade de Génova, e Giorgia Sommacal, filha de uma das pesquisadoras. Outras vítimas incluídas são Muriel Oddenino di Poirino e os instrutores Gianluca Benedetti e Federico Gualtieri, conforme a agência Ansa.
A embaixada italiana no Sri Lanka informou ter entrado em contato com os familiares e prestar assistência consular. As autoridades locais mantêm a operação de resgate em curso e devem divulgar novos desdobramentos conforme houver novos laços de informação.
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