Donald Trump voltou a atacar a imprensa durante viagem de volta da China, em 15 de maio de 2026. O presidente dos EUA chamou o correspondente David Sanger, do The New York Times, de falso e qualificou a cobertura sobre a guerra no Irã como traidora. O episódio ocorreu a bordo do avião presidencial Air Force One.
A gravação da conversa, divulgada pela Casa Branca, mostra Trump discutindo com a imprensa sobre o conflito no Oriente Médio e as possíveis ações militares. Em tom confrontador, o presidente disse que a imprensa distorce fatos e chamou o repórter de traidor, além de acusar veículos como NYT e CNN de serem fake news.
Segundo Trump, houve vitórias militares significativas contra o Irã, incluindo danos a capacidades militares e destruição de defesas antiaéreas. O presidente afirmou que líderes iranianos teriam sido eliminados, mantendo a narrativa de sucesso estratégico, apesar de críticas sobre a real eficácia dos bombardeios.
Contexto político e histórico de ataques à imprensa
Em 12 de maio, dois dias antes, Trump já havia dirigido insultos a uma jornalista, chamando-a de burra durante passagem pela Casa Branca. A troca ocorreu enquanto ele comentava obras em andamento na residência oficial.
Analistas ressaltam que o episódio amplia o padrão do chefe de Estado em relação à imprensa, com ataques públicos antes de eventos internacionais. Observadores destacam a importância de checar informações em reports oficiais e independentes.
Repercussão e desdobramentos
A repercussão inclui críticas de assessorias de imprensa e organizações jornalísticas que defendem liberdade de expressão e independência da mídia. Autoridades presidenciais não anunciaram medidas formais contra veículos ou jornalistas envolvidos.
Até o momento, não há confirmação de medidas legais contra Sanger ou outros profissionais da imprensa. O tema coloca em foco a relação entre governo e imprensa durante momentos de tensão internacional.
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