O presidente dos EUA, Donald Trump, encerrou a viagem à China nesta sexta-feira, 15 de maio de 2026, sem anunciar grandes acordos comerciais. Em Pequim, ele participou de um almoço com o presidente Xi Jinping na residência oficial.
A comitiva de Trump foi formada por executivos do setor tecnológico, incluindo Tesla, Nvidia e Apple. Além disso, a Boeing recebeu a encomenda de 200 aviões para atender companhias chinesas.
Trump afirmou que a viagem resultou em acordos incríveis, mas não detalhou os planos. A Boeing X encomenda foi o destaque financeiro divulgado até o retorno aos EUA.
Perspectivas de cooperação
Xi Jinping afirmou que a China vai abrir cada vez mais suas portas a empresas estrangeiras, abrindo espaço para futuras parcerias. Trump mencionou a possibilidade de investimento chinês em empresas de tecnologia dos EUA.
No terreno geopolítico, Xi pressionou para que os EUA se afastem de Taiwan, sem obter resposta clara de Washington. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que a relação com Taiwan permanecerá inalterada.
Sobre a crise no Oriente Médio, não houve avanços. A Casa Branca informou que EUA e China concordaram que o conflito deve terminar rapidamente, com o estreito de Ormuz reaberto e o Irã sem armas nucleares; Xi não confirmou esse último item.
Trump encerrou a passagem pela China sem anúncio de novos acordos e retorna aos EUA para avaliar os próximos passos da relação econômica com Pequim.
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