Abu-Bilal al-Minuki, segundo no comando do ISIS global, foi morto em operação conduzida por forças dos EUA e da Nigéria no nordeste da Nigéria. A ação visou eliminar o principal líder do grupo no campo de batalha, conforme confirmaram autoridades dos dois países.
O anúncio foi feito pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em postagem no Truth Social, e pelo presidente nigeriano Bola Tinubu, em pronunciamento posterior. Segundo Trump, as forças norte-americanas e nigerianas executaram a missão com planejamento meticuloso, resultando na eliminação de al-Minuki.
Tinubu afirmou que as primeiras avaliações indicam a morte do terrorista, conhecido também como Abu-Mainok, além de vários de seus tenentes, durante o ataque a um complexo na Bacia do Lago Chade. As informações foram divulgadas neste fim de semana pelas lideranças dos dois países.
A operação ocorreu no nordeste da Nigéria, onde o ISIS mantém presença e tenta coordenar ataques. Autoridades não detalharam o número exato de derrotados nem as táticas empregadas, apenas ressaltaram o impacto na liderança da organização.
Segundo as declarações oficiais, a cooperação entre as forças dos EUA e da Nigéria demonstra parceria eficaz no combate ao terrorismo regional. O episódio é descrito como um marco na disputa contínua contra o grupo extremista.
Repercussões e próximos passos
Analistas apontam que a morte de al-Minuki pode influenciar a estrutura operativa do ISIS na região, com possíveis recalibragens táticas por parte de seus membros. Autoridades ressaltam a continuidade de ações conjuntas para desmantelar redes de apoio.
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