O governo de Taiwan defendeu neste sábado o fornecimento de armas pelos EUA, afirmando que a base é a Lei de Relações com Taiwan e que as vendas funcionam como desestabilizadoras mútuas frente a agressões na região, mesmo com Donald Trump dizendo não ter decidido sobre novas vendas.
Segundo informações, Trump afirmou, após encontro com o presidente chinês Xi Jinping em Pequim, que ainda não havia tomado uma decisão sobre uma eventual grande venda de armas, aumentando a incerteza sobre o apoio americano a Taiwan.
A porta-voz do governo taiwanês, Karen Kuo, destacou que o agravamento da ameaça militar por parte da China é o principal fator de instabilidade na zona do Indo-Pacífico, citando também o papel das vendas militares como elemento de dissuasão entre Taiwan e os EUA.
Contexto legal e reação de Taiwan
As autoridades de Taiwan enfatizam que a relação de segurança com os EUA ultrapassa vínculos diplomáticos formais e é sustentada pela legislação, mantendo o argumento de que as armas ajudam a sustentar a capacidade de defesa da ilha frente a pressões externas. A defesa de Taiwan não é apenas uma obrigação legal, mas também um componente de estabilidade regional.
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