O Comando Sul das Forças Armadas dos Estados Unidos informou na quarta-feira 20/5 a chegada do porta-aviões USS Nimitz à região do Caribe. A operação inclui o grupo aéreo embarcado CVW-17, o destróier USS Gridley e o navio-tanque USNS Patuxent, em plena demonstração de prontidão e presença militar. A divulgação ocorreu em meio a tensões com Cuba e ao anúncio de novas ações diplomáticas.
O USS Nimitz mede 333 metros de comprimento e está em operação desde 1975. Segundo a Marinha dos EUA, é o porta-aviões de propulsão nuclear mais antigo ainda ativo no mundo. A embarcação suporta dezenas de aeronaves e conta com uma tripulação de cerca de 6 mil pessoas.
Contexto diplomático
Trump afirmou que os EUA estão buscando a “libertação de Cuba”, sem detalhar desdobramentos futuros. A declaração coincide com acusações do Departamento de Justiça contra o ex-presidente cubano Raúl Castro por um episódio de 1996 envolvendo a derrubada de aeronaves de exilados cubanos anticastristas, segundo fontes próximas aos documentos.
As acusações incluiriam quatro homicídios, dois crimes de destruição de aeronave e uma conspiração para matar cidadãos americanos, de acordo com informações repassadas à Reuters. Os eventos de 1996 envolveram o grupo Brothers to the Rescue, composto por exilados cubanos residentes nos EUA.
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