O porta-aviões Nimitz, acompanhado de navios de guerra, entrou no sul do Caribe nesta quarta-feira e ficará na região por pelo menos alguns dias, como parte da pressão do governo Trump sobre o governo cubano, segundo o Comando Sul dos EUA e uma autoridade norte-americana.
A autoridade ouvida informou que o objetivo é demonstrar força, e não realizar operações militares de maior envergadura, diferente da prática com o porta-aviões Gerald Ford durante a operação para capturar o presidente Nicolás Maduro, em janeiro.
Nos últimos dias, o Nimitz vinha operando na costa sul-americana em uma missão de treino previamente programada, tendo realizado exercícios com a Marinha do Brasil, de acordo com o mesmo funcionário.
A oportunidade parece ter coincidido com o anúncio de acusações contra Raúl Castro, ex-presidente de Cuba, feito pelo Departamento de Justiça, conforme relatado por veículos norte-americanos. A imprensa oficial cubana não divulgou posicionamento.
A Força-Tarefa do Nimitz recebeu, em redes sociais, uma mensagem de boas-vindas à Cariben e ao grupo de ataque da aeronave, destacando a capacidade operativa do navio em várias regiões. O Tripoli, navio de desembarque anfíbio, permanece na região, segundo a Marinha.
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