Marco Rubio propõe mudar relação EUA-C Cuba em vídeo divulgado na manhã de 20 de setembro. O secretário de Estado americano informou, em espanhol, que o país pode oferecer apoio humanitário e institucionalizar cooperação visando beneficiar o povo cubano, se houver mudança de postura do governo cubano.
A fala menciona uma ajuda já oferecida de cerca de US$ 100 milhões em remédios e alimentos. Os itens seriam distribuídos por entidades como a Igreja Católica ou grupos de caridade, não por empresas estatais cubanas, para evitar desvio de recursos. Rubio afirma que a população sofre com escassez de energia, alimentos e combustível.
Além disso, o secretário ressaltou que o regime cubano já teria acumulado vantagens econômicas significativas. Segundo ele, a empresa Gaesa, ligada às forças armadas e criada por Raúl Castro, manteria ativos bilionários e controlaria parte relevante da economia, com operações em turismo, construção, bancos e comissões de remessas.
Resposta de Cuba
A Embaixada de Cuba nos EUA reagiu afirmando que Rubio mente e acusa Washington de impor crueldade à ilha. A instituição afirmou que não há justificativa para a agressão contra o povo cubano e disse que as afirmações são indevidas.
O cenário político envolve tensões entre Washington e Havana, com histórico de bloqueio econômico e sanções. O governo dos EUA mantém pressão sobre o regime cubano, em meio a debates sobre responsabilidade e mudanças políticas na ilha.
Contexto e desdobramentos
Fontes associadas destacam interesses estratégicos na região, incluindo o papel de autoridades cubanas e a legitimidade das acusações apresentadas. Ainda não houve confirmação de medidas adicionais a serem anunciadas pelo governo americano na sequência do vídeo.
A reportagem acompanha a repercussão internacional, condizente com a relação entre EUA e Cuba, marcada por disputas econômicas, diplomáticas e humanitárias. A pauta envolve também avaliações legais sobre possíveis ações futuras contra dirigentes cubanos.
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