Dois a três parágrafos iniciais
Seis ativistas da Flotilha Global Sumud desembarcaram neste sábado no aeroporto de Fiumicino, em Roma. Cinco são italianos e um americano residente na Itália. Eles foram liberados por autoridades israelenses e encaminhados de Istambul, na Turquia, para a Itália em viagem de retorno.
O grupo já havia sido detido em Israel e, após a detenção, seguiu para Istambul antes de chegar a Roma. Segundo Simona, ativista natural de Bari, as autoridades locais foram mais brandas com eles desta vez, em comparação a episódios anteriores.
Desdobramentos diplomáticos
Entre as testemunhas, o americano Andrew Francisco relatou dias de prisão difíceis. Dario De Palma, de Matera, afirmou ter encontrado sua mãe ao chegar a Roma. Ilaria Mancosu, de Bolonha, descreveu o episódio em que foi alvo de agressões na frente de um ministro israelense.
A ativista descreveu que, durante a detenção, houve agressões que incluíram socos e empurrões; tais relatos geraram críticas de governos estrangeiros, incluindo o gabinete do primeiro-ministro de Israel. França informou que o ministro Ben-Gvir está proibido de entrar no território francês.
Sanções em estudo
A autoridade europeia Kaja Kallas confirmou, em publicação oficial, que a União Europeia analisará medidas para possíveis sanções contra Ben-Gvir. O chanceler italiano Antonio Tajani pediu apuração e possíveis ações com parceiros da UE. O objetivo é avaliar respostas proporcionais a partir dos acontecimentos.
Fonte: informações veiculadas por agências internacionais mencionadas pela equipe de reportagem.
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