A Justiça dos EUA investiga, segundo a CNN, se E Jean Carroll cometeu perjúrio em uma deposição de 2022, ligada a ações judiciais contra o presidente Trump. O inquérito criminal está em curso no Departamento de Justiça.
Procuradores federais analisam declarações de Carroll, de 82 anos, sobre não ter recebido apoio financeiro externo para seus processos contra Trump. A apuração foca, ainda, em possíveis omissões durante a deposição.
A imprensa informa que, quase seis meses antes do julgamento, advogados de Carroll disseram que uma instituição financiada por Reid Hoffman pagou honorários. Trump sustenta que Carroll ocultou esse financiamento.
A defesa de Carroll afirma que ela não teve contato com a instituição, e o juiz permitiu nova oitiva com Trump representado pela advogada Alina Habba. O objetivo era esclarecer divergências de versão.
Em 2024, um tribunal federal de apelação em Nova York rejeitou a acusação de perjúrio na deposição. Carroll pediu indenização por abuso sexual e difamação, e Trump foi condenado em dois vereditos, ambos ainda sob recurso.
O envolvimento atual envolve também a atuação do procurador-geral interino, Todd Blanche, que se afastou do caso devido a conflito com a defesa de Trump em Carroll. Blanche não comenta oficialmente o inquérito.
O inquérito federal sobre Carroll é visto como um desdobramento da linha de investigações do DOJ sobre eventuais ações políticas. Anteriormente, casos envolvendo ex-dirigentes do FBI e políticos americados mobilizaram ações legais de diferentes naturezas.
As autoridades e os representantes legais de Carroll não comentaram oficialmente a investigação nesta публикаção. As informações são veiculadas por CNN e New York Times.
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