Um funcionário da CIA foi preso por criar um programa de espionagem falso e desviar recursos públicos. A prisão ocorreu em 19 de maio, em Alexandria, Virgínia, nos EUA. A investigação aponta que ele acumulou 303 barras de ouro na casa dele, além de dezenas de relógios de luxo, entre eles Rolex. As autoridades afirmam que ele criou um “programa de acesso especial” para facilitar o desvio.
Rush, que atuava na CIA há 17 anos, foi acusado de roubo de fundos públicos com base em uma mentira sobre ter se juntado à Reserva da Marinha. Ele alegou ser reservista, o que lhe rendeu pagamentos indevidos por meio de folhas de ponto fraudulentas. A prisão ocorreu após interceptação do suposto esquema pela FBI.
Segundo documentos judiciais, entre novembro e março de 2026 Rush solicitou e recebeu moeda estrangeira e dezenas de milhões de dólares em barras de ouro para despesas de trabalho. O ouro e o dinheiro sumiram durante uma revisão interna da CIA. Rush também tinha US$ 2 milhões em moeda em casa.
Contexto da investigação
Pessoas envolvidas afirmam que o programa falso tratava da “continuidade das operações governamentais”, sem detalhes oficiais sobre uso prático. Dois colegas foram envolvidos para evitar que falassem com outros agentes, e um deles foi levado a transferir dezenas de milhões por meio de um contrato fraudulento.
A atuação de Rush levantou questões sobre seleção de funcionários e supervisão de operações sensíveis. Autoridades ressaltam que a CIA encaminhou as informações ao FBI para investigação formal. A advogada da defesa não comentou o caso.
Rush permanece detido em Alexandria. Em audiência realizada na sexta-feira, o juiz determinou a manutenção da prisão por risco de fuga. Documentos judiciais indicam histórico de mentiras sobre formação universitária. A investigação continua em andamento.
Entre na conversa da comunidade