O Irã lançou mísseis contra Israel, marcando o primeiro ataque direto após o cessar-fogo vigente desde abril. A ofensiva foi anunciada pelo regime iraniano como retaliação a ações do Hezbollah em Beirute, no Líbano.
Israel informou ter interceptado todos os projéteis vindos do Irã. Entre os alvos citados está a base aérea Ramat David, ao sul de Haifa, segundo autoridades de defesa israelenses. A defesa aérea avisou que não é hermética.
A Guarda Revolucionária ampliou o tom da resposta, descrevendo o ataque como aviso diante de possíveis retaliações amplas. O Irã fechou a porção ocidental de seu espaço aéreo por precaução.
O ataque iraniano ocorre em meio a tentativas de mediação para encerrar a guerra no Oriente Médio. O Irã apoia o Hezbollah, e condiciona um acordo à saída de forças israelenses do Líbano.
Israel afirmou ter reagido a um ataque do Hezbollah ocorrido mais cedo naquele dia, elevando a tensão na região. Docs oficiais indicam que o cessar-fogo continua sem garantias definitivas.
O maior foco diplomático segue as negociações mediadas pelos Estados Unidos, com o objetivo de chegar a um acordo de paz. Washington participa de conversas entre Líbano e Israel.
Após o ataque iraniano, o presidente dos EUA destacou, em declarações públicas, o desejo de ver Teerã retornar à mesa de negociações. Também indicou que não reconhece coordenação do incidente com Israel.
Segundo a imprensa internacional, autoridades americanas reforçaram vigilância de forças dos EUA na região. Observadores destacam que ações recentes aumentam a pressão sobre qualquer acordo potencial.
Explosões foram ouvidas no norte de Israel. Já na Síria, jornalistas relataram estrondos no céu, com descrições de defesas aéreas israelenses conforme a mídia local. Não houve confirmação de feridos.
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