Benjamin Netanyahu convocará o gabinete de segurança nesta segunda-feira para discutir a escalada das hostilidades com o Irã, segundo uma autoridade de Israel. A reunião visa avaliar a situação após recentes ataques na região.
O premiê realizou hoje uma série de consultas de segurança, incluindo um encontro com altos membros da defesa e ministros escolhidos. As ações ocorrem em meio a tensões crescentes entre Israel e o Irã.
Segundo a Defesa de Israel, Teerã disparou cerca de 30 mísseis balísticos; os Houthis, apoiados pelo Irã no Iêmen, lançaram dois mísseis contra Israel. O episódio aumenta a pressão regional e gera debate sobre próximos passos militares.
Retomada de ataques
Israel afirmou ter atingido uma planta petroquímica no sudoeste do Irã, além de outros alvos militares, após sinais de pressão externa para evitar novas ofensivas. Partes da planta teriam sido danificadas, conforme relatos locais.
Os Houthis prometeram impedir a navegação israelense no Mar Vermelho e reivindicaram o primeiro ataque com mísseis contra Israel desde o cessar-fogo, provocando ativação do sistema de defesa aérea em território israelense.
Cena internacional e contexto
Horas antes, o presidente dos EUA pediu que Israel e Irã concordem com o cessar-fogo e pare de disparar. O líder norte-americano afirmou que as negociações de paz com Teerã não devem ser afetadas pelos ataques.
No entanto, Israel também realizou ataques na região de Beirute em meio a avaliações sobre o impacto de um acordo com o Irã. O governo americano mantém a posição de buscar um acordo que encerre a guerra na região.
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