A empresária mineira Larissa Nara Rezende, de 42 anos, foi presa pela Polícia Federal ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, no dia 5 de junho. Ela era foragida da Justiça brasileira, condenada por financiamento do tráfico internacional de drogas, e possuía mandado de prisão definitivo de oito anos e nove meses.
A ação ocorreu dentro da Operação Cerco Fechado, com apoio da Polícia Militar de Minas Gerais. A PF informou que o nome da investigada constava na lista de Difusão Vermelha da Interpol, alerta usado para localizar pessoas procuradas internacionalmente.
Segundo a PF, o resultado foi possível graças a monitoramento e troca de informações de inteligência, que acompanharam os deslocamentos da foragida e apontaram seu retorno ao Brasil. A prisão ocorreu logo após a chegada a Guarulhos.
Durante o período em que esteve fora do país, Rezende realizou viagens internacionais e publicou conteúdo nas redes sociais, com imagens de luxo, compras e atividades de seu negócio de vestuário para cerca de 20 mil seguidores.
As investigações apontam participação da empresária no financiamento de atividades ligadas ao tráfico internacional de drogas, participação que motivou a condenação. A cooperação entre órgãos de segurança foi destacada pela PF.
A PF ressaltou que a inclusão na base da Interpol ampliou o alcance das buscas, permitindo o monitoramento de eventuais movimentações da foragida pelo mundo até sua localização e prisão.
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