Genebra se prepara para o protesto anti-G7 que ocorrerá neste fim de semana, em meio à cúpula prevista em Évian-les-Bains, França. A mobilização deve reunir cerca de 50 mil pessoas, com a participação de ativistas na região fronteiriça. O plano envolve fechamento de frentes de comércio e controle de tráfego entre França e Suíça a partir de sexta-feira.
A Suíça desloca 4 mil soldados para assegurar o território durante os três dias de encontro dos líderes do G7. O governo francês enviará 8 mil policiais para a cúpula em Évian. As medidas visam reduzir riscos de distúrios e danos a imóveis históricos e lojas locais.
Para evitar danos, dezenas de estabelecimentos de Genebra ergueram tapumes com madeira. A carpintaria local já instalou mais de 2 mil metros quadrados de painéis para proteção de fachadas. Comerciantes relatam queda de atividade até a gestão de estoques.
Impacto econômico
Moradores e comerciantes expressam preocupação com perdas financeiras durante o fim de semana de evento. Um lojista estima interrupções de atendimento por dias, com efeito direto no movimento de clientes. Autoridades ressaltam que gastos com segurança devem ser anunciados em breve.
A administração do cantão projeta custos relevantes de segurança durante o período. As autoridades afirmam que medidas são necessárias para minimizar riscos de violência e danos ao patrimônio público e privado.
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