A IATA amplia a presença de suas soluções de carga na América Latina, com foco no Brasil, México e Paraguai. A instituição já soma 10 anos de crescimento da demanda na região, com altas anuais de 3,3% até abril de 2026 e ganho acumulado de 38,8%.
O México passa a operar o CASS Doméstico em abril de 2026, fortalecendo o CASS Export iniciado em 1987. O país será o segundo da região, após os EUA, a adotar o IATA FlexiPay, que facilita faturamento em tempo real e pagamentos entre companhias, agentes e despachantes.
Paraguai planeja abrir o CASS Export no último trimestre de 2026, com adesão esperada do setor ante o crescimento de volumes. O país, apesar de menor, registrou aumento expressivo, com mais de 42 mil toneladas em 2025, alta de 225,3%.
Brasil deve receber o CASS Doméstico a partir do começo de 2027, seguindo a experiência do CASS Export. Em 2025, o transporte de carga aérea brasileiro atingiu mais de 791 mil toneladas, sendo 7,9% doméstico e 5,9% do valor das exportações totais.
Segundo Juan Antonio Rodríguez, diretor executivo de Serviços Financeiros, BSP e CASS na IATA, a instituição tem apoiado as companhias da região com sistemas de pagamento e liquidação mais simples há décadas, destacando o papel do CASS no crescimento dos mercados domésticos do Brasil e México, além do Paraguai.
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