A Copa do Mundo de 2026 terá 3 sedes: Estados Unidos, Canadá e México, entre 11 de junho e 19 de julho. O evento chega em um contexto global marcado por conflitos e insegurança, que podem influenciar a organização e a circulação de torcedores.
Análises apontam que a guerra em curso afeta o preço do petróleo e as cadeias de suprimentos, o que pode impactar custos logísticos e transporte no Brasil e em demais países. A resposta governamental busca mitigar impactos no setor de transportes.
Além disso, aumentam as preocupações com segurança interna nos EUA, incluindo ações de imigração e prisões de imigrantes considerados ilegais. O cenário internacional soma-se aos desafios da organização de uma Copa com estádios lotados e grande fluxo de visitantes.
Desafios de segurança nos três países
No México, a violência de grupos narcotraficantes tem registrado ataques após a prisão de líderes do crime, com dezenas de mortes. No total, 73 óbitos ocorreram, entre eles 25 integrantes da Guarda Nacional, elevando o nível de alerta do país.
Já no Canadá, a situação de segurança é distinta, com histórico de baixa criminalidade e posição entre os países mais seguros do mundo. A diferença entre realidades regionais exige planejamento específico de proteção a torcedores e equipes.
Diante da circulação intensa de turistas, crescem as operações de segurança em aeroportos, vias de tráfego, redes hoteleiras e pontos turísticos. Também haverá reforço nos estádios para proteger torcedores locais e visitantes internacionais.
A soma desses fatores indica um ambiente potencialmente tenso durante a competição. O cumprimento dos protocolos de segurança será essencial para reduzir riscos e assegurar o desenvolvimento do torneio.
Independentemente de quem levantar o troféu, a organização reforça que a cooperação entre povos é a principal lição a se tirar do evento. O foco é manter a credibilidade e a tranquilidade de atletas, imprensa e torcedores.
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