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Telegram contesta banimento na Índia por temores de vazamento de provas

Telegram contesta na Justiça a proibição temporária na Índia, citando impacto para milhões; NEET retoma neste domingo para evitar novos vazamentos

There are more than 150 million active Telegram users in India
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Telegram contesta banimento na Índia

A empresa Telegram entrou com ação na Justiça indiana contra a decisão do governo de suspender temporariamente o aplicativo poucos dias antes de uma rere edição do exame de entrada médica NEET. A medida de bloqueio foi tomada após autoridades apontarem uso do app na distribuição de cópias vazadas de provas.

O governo afirma que o banimento visa preservar a integridade do NEET, cuja retest foi marcada para domingo após o exame de mês passado ter sido cancelado por suspeita de vazamento. A prioridade é assegurar condiçõesJustas para os candidatos.

Telegram contesta a decisão na Justiça de Delhi. O processo foi protocolado na quarta-feira, e o juiz aceitou ouvir o caso mais tarde no dia. A plataforma, por meio do CEO, classifica a medida como um erro que prejudica milhões de usuários.

Neet em foco: investigação e desdobramentos

O vazamento ligado ao NEET está sendo investigado pela Central Bureau of Investigation, com mais de uma dúzia de prisões até o momento. A propagação de conteúdos potencialmente fraudulentos acendeu protestos por melhorias no sistema de exames.

O NTA, órgão responsável pela organização do NEET, defendeu o banimento do Telegram ao apontar uso organizado da plataforma por quadrilhas de fraude. O órgão reconheceu, porém, a inconveniência para usuários legítimos que dependem do serviço.

Distribuição de provas e logística da avaliação

Relatos da imprensa local indicam que provas para o NEET devem ser transportadas por aeronaves da Força Aérea Indiana para a rere edição, prevista para domingo. Dados oficiais não detalham o trajeto, mas confirmam a logística adotada pela autoridade competente.

Pavel Durov, CEO do Telegram, defende a atuação da plataforma como positiva, destacando que a empresa removeu centenas de canais com conteúdos vazados e golpes. O executivo também responsável por medidas para aprimorar a validação de conteúdos editados.

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