A União Europeia anunciou nesta quinta-feira que está pronta para ampliar a ajuda à Venezuela após o duplo terremoto que atingiu o país e gerou danos generalizados. A comissária de Gestão de Crises informou que o Copernicus, sistema europeu de detecção por satélite, foi ativado para apoiar as operações de resgate. A ação ocorreu após o abalo de magnitude 7,1 que atingiu várias regiões, incluindo Caracas.
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, confirmou apoio emergencial ao governo venezuelano, por meio do ministério das Relações Exteriores. A declaração ressalta disposição para prestar assistência humanitária necessária nas zonas afetadas. O governo espanhol também acompanha a evolução da situação.
A China disse que fará o que puder para ajudar, conforme o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores. Até o momento, não há relatos de vítimas entre cidadãos chineses, segundo comunicado oficial.
A Alemanha informou disponibilidade de seis aeronaves militares A400M para o socorro, caso seja solicitado. O ministro da Defesa afirmou que as forças armadas podem enviar as aeronaves de transporte em curto prazo.
Os Estados Unidos já haviam oferecido apoio por meio de nota do presidente e do Departamento de Estado, reiterando disposição de colaborar com os esforços de assistência.
O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, determinou avaliação do Ministério das Relações Exteriores sobre a situação na Venezuela. A avaliação será feita em conjunto com a embaixada brasileira em Caracas.
Esferas internacionais se mobilizam
Diversos países sinalizam ajuda humanitária após o terremoto. Além de apoios comunicados oficialmente, equipes técnicas devem observar necessidades de abrigo, água potável e atendimento médico em território venezuelano.
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