O aeroporto Simón Bolívar, em Maiquetía, segue fechado para voos comerciais após os terremotos. Mesmo assim, continua recebendo aeronaves militares com ajuda humanitária de várias nações.
A área designada para o desembarque é a rampa presidencial, adotada exclusivamente para o recebimento de apoio internacional, segundo informações da cobertura local.
Acompanhando as operações, a correspondente da CNN na Venezuela, Daniella Zambrano, destacou a chegada dos carregamentos ao local.
Equipes de socorristas e aeronaves militares chegaram de Equador, Estados Unidos, Colômbia e Chile para apoiar as operações de resgate e distribuição de mantimentos. Na base aérea do estado de Aragua, também houve registro de chegada de suprimentos de Suíça, México, El Salvador e Espanha.
A situação no país é descrita como extremamente grave, com necessidade de profissionais capacitados para atuar na retirada de pessoas soterradas e no atendimento a desabrigados.
De acordo com a repórter, cerca de 100 prédios foram totalmente destruídos pelos tremores, aumentando a complexidade de operações de busca e socorro em várias regiões.
Desdobramentos da ajuda internacional
As equipes chegando ao território venezuelano atuam em apoio a esforços de resgate e assistência emergencial. O fluxo de suprimentos deve atender comunidades afetadas e complementar os recursos já mobilizados pelo governo local.
O foco das operações permanece a assistência imediata a vítimas, com coordenação entre autoridades venezuelanas e equipes internacionais para otimizar a distribuição de mantimentos, água e abrigo temporário.
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