Quase 900 socorristas de diversos países atuam na Venezuela para localizar sobreviventes dos dois terremotos que atingiram Caracas e o litoral. Equipes estrangeiras chegaram 48 horas após o tremor, reforçando as buscas.
Proteção civil venezuelana coordena os trabalhos, com apoio de nações como México, Espanha, Brasil, Colômbia, Suíça, Alemanha, França, Itália, Índia, Panamá e Equador. Despachos de recursos humanos e materiais foram distribuídos pelas áreas mais afetadas.
O México enviou 250 profissionais; a Espanha contribuiu com quase 100 especialistas. O Brasil confirmou participação com avião da Força Aérea, a caminho do país. Uma equipe colombiana também se deslocava para o território.
França, Itália, Índia, Panamá e Equador prometeram equipamentos e apoio. Os Estados Unidos anunciaram 150 milhões de dólares em ajuda humanitária, além de equipes de resgate. Sanções temporariamente suspensas dificultam menos o repasse de apoio.
Delci Rodrigues destacou o apoio internacional e informou a distribuição das equipes nas regiões mais atingidas. O período imediato é visto como crucial para salvar o maior número possível de vidas.
Em Santa Catarina, o presidente Lula pediu um minuto de silêncio pelas vítimas. Ele mencionou 589 mortos e 2.850 feridos até então e determinou que José Múcio visite a Venezuela para articular a participação brasileira. Brasileiros já estão entre as vítimas.
A expectativa é de que o número de mortos possa superar 10 mil, dada a extensão dos danos. Autoridades venezuelanas não divulgaram balanços finais desde o desastre. As operações seguem com prioridade na busca por sobreviventes.
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