O sudeste europeu encara uma onda de calor sem precedentes desde o dia 20 de junho, que já provocou centenas de mortes e interrompido atividades em várias regiões. A crise climática é apontada como principal gatilho, elevando temperaturas mesmo durante a noite.
Em Croácia, o serviço meteorológico emitiu alerta vermelho para Zagreb, Split e Dubrovnik. Bombeiros, com apoio de quatro aeronaves, trabalham para conter incêndio na ilha de Vis, no Adriático, a cerca de 55 km de Split.
Na Sérvia, o RHMZ informou que os termômetros podem chegar a 39°C em áreas urbanas nesta segunda-feira. Em Albânia, um fogo na região sul próximo à vila de Klos consumiu áreas de arbustos e oliveiras durante o fim de semana.
Impactos e projeções
Cientistas afirmam que a onda atual é das mais fortes já registradas na Europa e que mudanças climáticas humanas elevam riscos. A crise afetou geração de energia, infraestrutura e serviços de saúde na região.
Na França, houve registro de mil mortes adicionais associadas ao calor, com a maior parte ocorrendo entre idosos. Autoridades alertam que o total pode subir nos próximos dias.
Período de recuperação e previsão
Especialistas lembram que a onda de calor começou há pouco mais de uma semana, com previsão de retorno do calor intenso para o início da próxima semana em países como França e Alemanha. Em termos de cenário, as áreas afetadas devem permanecer sob vigilância.
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